Até há poucos meses achava que o mais difícil ao escrever um romance consistia em dominar dezenas de personagens moventes numa estrutura traiçoeira, enquanto se pensa por que cargas de água os novos ministros solicitavam 50 carros de luxo novinhos em folha e ao mesmo tempo achavam um desperdício apoiar a criação artística.
Estava enganado.
O mais difícil é teclar depressa com um gato novo no colo. Uma casa inteirinha para se estender e o estúpido! (desabafo breve, intervalado por um agitar de uma orelha felina com cócegas) acha que viver em cima das minha pernas é a felicidade suprema.
Help!
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